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domingo, 23 de janeiro de 2011

FX-2 ou 3: Pode Até Valer a Pena

Esta é uma das versões do SU-32, representante da chamada Família FLANKER (Garça).
Um aparelho excepcional que equipa as forças aéreas de vários países, três deles semelhantes ao Brasil por suas extensões continentais e vastos litorais, a saber: Rússia, China (quase 400 aparelhos) e a Índia. 

Eliminado no FX-2, este excepcional aparelho pode ser visto com uma análise pormenorizada no link http://www.defesabr.com/Fab/fab_flanker.htm



Este mapa abaixo demonstra os alcances que esta aeronave cobriria, e dá uma "pista" do porque foi descartada.  Podemos ver claramente que dependendo de onde estaria baseado, poderia cobrir quase toda a América do Sul, o sul do Caribe e do Mar das Antilhas, vedar o Atlântico Sul - e proteger toda a área do pré-sal -, além de atingir até o litoral ocidental africano.
Com um longo alcance, manobrabilidade, capacidade multifuncional, ameaçadoramente antinavio e de superioridade aérea tanto para interceptação, bombardeio e ataque, ele poderia ser, além disso a opção mais barata, pois comparando com caças menores, como o Grippen, ele cobre 9 vezes mais área (ou 3/4 vezes mais que o Rafale ou F-18), poderia haver uma frota menor e com custos menores de modernização futura.  
Mas a questão importante é que, por todas as suas vantagens, o SU-32 (ou versões equivalentes) seriam aceitas pelos estrategistas de Washington?  
O problema não está, evidentemente, em suas limitações, e sim, justamente naquilo que ele agrega de capacidades ofensivas e defensivas ao Brasil. 
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